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Com pane seca nos dois carros, Shell Racing já pensa na próxima rodada dupla da Stock Car

Átila Abreu é um dos premiados com o Hero Push, mas ele e Ricardo Zonta saem da Corrida do Milhão sem marcar pontos

Numa Corrida do Milhão marcada pelo frio de nove graus e o alto consumo de gasolina pela ausência de entradas do safety car, Átila Abreu e Ricardo Zonta tiveram pane seca na última volta. Com o 21º e 23º lugares, dois saem de Curitiba sem pontuar no campeonato da Stock Car, com Átila em quinto na tabela e Zonta, em 14º.

Átila começou o domingo com uma ótima notícia: foi um dos premiados pela votação na internet com o uso do Hero Push, um acionamento extra do botão de ultrapassagem durante a prova. Foi a primeira vez em que uma categoria adotou o Hero Push, baseada no conceito já usado pela FIA Fórmula E.

Na largada, Átila caiu do 11º para o 12º lugar, e Zonta, de 12º para 14º, mas logo nas primeiras voltas os dois se recuperaram. Antes do pit stop obrigatório, Átila se estabeleceu na décima posição, seguido imediatamente por Zonta.

Numa estratégia diferenciada em relação às demais equipes, os dois carros da Shell Racing trocaram os pneus do lado direito para ganhar tempo no pit stop, numa operação bem sucedida.

No entanto, no caso de Zonta, ele foi prejudicado porque a equipe localizada à frente da Shell Racing deixou um dos pneus de um concorrente na trajetória de saída do carro #10, que não pôde desviar e acertou o pneu.

Com o tempo perdido, Zonta caiu posições e, depois de uma escapada devido à baixa temperatura dos pneus, saiu da briga pelo top10, enquanto Átila ficou em 11º. Mas, com o consumo de combustível acima do previsto, ambos pararam no começo da última volta.

A próxima etapa da temporada da Stock Car será no circuito de Curvelo, em Minas Gerais, com as corridas realizadas no dia 23 de julho.

 

O que eles disseram:
“Foi um fim de semana difícil depois da classificação. Fizemos umas mudanças no carro e perdemos aderência. Foi uma corrida complicada para os dois carros, vamos voltar à base inicial de corrida que foi muito boa. Foi muito difícil aquecer os pneus e até cometi um erro na curva 3. Depois me recuperei mas no fim acabou o combustível. Arriscamos, se tivesse um safety car teríamos terminado tranquilamente, mas não deu”

Ricardo Zonta, piloto do carro #10

“Quanto ao Hero Push, fico muito feliz com o carinho e só tenho o que agradecer aos fãs que votaram. Numa disputa tão equilibrada com grandes pilotos, ser um dos seis votados é motivo de orgulho pelo reconhecimento do público. Fico chateado por não ter podido corresponder a esse push extra na pista. Não tivemos uma boa performance dos dois carros. Foi uma corrida para marcar pontos mas no fim vários carros tiveram problema com o combustível e poderia até ter chegado em sexto. Estávamos muito bem na disputa do campeonato, agora caímos para quinto e é rezar para os outros também terem problemas”

Átila Abreu, piloto do carro #51

“Foi um resultado ruim, nosso objetivo era terminar a corrida. Não arriscamos na nossa conta de combustível, tínhamos uma margem pequena de combustível. Vamos olhar os dados para ver se o consumo foi maior. Não sei se aconteceu algo na abertura dos tanques de sábado para domingo. Era uma oportunidade de marcar pontos que perdemos”

Thiago Meneghel, chefe da equipe Shell Racing

 

Sobre a plataforma da Raízen em motorsport:

A Raízen, por meio da marca Shell, promove a maior plataforma de patrocínio em esporte a motor no Brasil, a Academia de Pilotos Shell Racing. A marca apoia nove pilotos entre as modalidades do kart, Brasileiro de Turismo, Stock Car e Porsche Império GT3 Cup. O projeto está em linha com a estratégia global da marca, que, além do mais longevo patrocínio do automobilismo mundial com a Scuderia Ferrari na F1, está presente na Nascar, Indycar, DTM, V8 Australiana e Campeonato Mundial de Endurance.

 

Sobre a Raízen:

A Raízen se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 24 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,1 bilhões de litros de etanol por ano, 4,5 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25,2 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012

 

 

 

Fonte: Luis Ferrari

Foto: Victor Eleutério

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Alex De Peder

Apaixonado pelo Automobilismo, essa paixao me fez criar um site para todos terem a mesma informação que sempre gostei de receber. 'Tudo posso naquele que me fortalece'

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